Um boletim médico divulgado hoje, 17/07/2026, informou que o ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou um episódio de soluços contínuos com duração aproximada de 36 horas. De acordo com o documento assinado pelo médico Brasil Ramos Caiado, o quadro exigiu doses adicionais de medicações específicas, que produziram a resposta esperada e cessaram a crise.
Segundo o profissional responsável, Bolsonaro vinha registrando estabilidade clínica nas últimas semanas, mas a intercorrência começou há três dias, quando os soluços se manifestaram de maneira persistente. A condição, tecnicamente chamada de singulto, pode estar relacionada a múltiplos fatores, como alterações gástricas ou irritações do nervo frênico, e costuma demandar tratamento medicamentoso quando ultrapassa algumas horas de duração.
“O paciente apresentou recidiva de singulto de forma contínua, por cerca de 36 horas, sendo necessária a aplicação de doses extras de medicações específicas”, descreve o boletim assinado por Brasil Caiado.
O texto médico acrescenta que o ex-presidente permanece clinicamente estável, mas apresenta efeitos colaterais decorrentes do reforço terapêutico, entre eles instabilidade crônica do equilíbrio corporal e sonolência. Por precaução, a equipe mantém monitoramento diário para prevenir quedas e avaliar a evolução dos sintomas secundários.
Além do acompanhamento farmacológico, Bolsonaro segue submetido a uma rotina de cuidados multiprofissionais. A nota informa que ele mantém dieta rigorosa, realiza sessões regulares de fisioterapia e executa exercícios orientados para fortalecer a musculatura e atenuar refluxo gastroesofágico. As demais medicações de uso contínuo, prescritas anteriormente, permanecem inalteradas.
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O episódio de soluços ocorre enquanto Bolsonaro cumpre prisão domiciliar determinada pela Justiça no âmbito da investigação sobre uma tentativa de golpe de Estado. Mesmo em restrição domiciliar, o ex-presidente dispõe de uma estrutura clínica instalada em sua residência para aferição de sinais vitais, administração de fármacos e telemonitoramento.
Médicos explicam que crises prolongadas de soluço podem resultar em desconforto respiratório, fadiga e alteração do padrão de sono, o que justifica a atenção redobrada. Nos próximos dias, a equipe deverá avaliar se há necessidade de exames complementares, como endoscopia ou testes neurológicos, para descartar causas secundárias mais graves.
Até o momento, conforme o boletim, não existem indicações de novas complicações. O médico responsável afirmou que continuará emitindo relatórios periódicos sempre que houver mudança significativa no estado de saúde do paciente.
A expectativa é de que os sintomas colaterais das medicações sejam gradualmente reduzidos com o ajuste de doses e a continuidade da fisioterapia postural. Caso não ocorram novas intercorrências, Bolsonaro permanecerá em observação domiciliar, sob acompanhamento remoto e visitas médicas programadas.
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