Política


Sem Renda Brasil, governo deve reforçar Bolsa Família para evitar queda de popularidade


Publicado 16 de setembro de 2020 às 14:00     Por Peu Moraes     Foto Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Com o fim dos diálogos para lançamento do programa social Renda Brasil que substituiria o atual Bolsa Família, governo deve reforçar o antigo programa da gestão petista para evitar uma quebra brusca na popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) depois do fim do auxílio emergencial em dezembro deste ano. As informações foram publicadas pelo jornal Folha de São Paulo, nesta terça-feira (15).

Para 2021, o orçamento do Bolsa Família foi ampliado em relação a anos anteriores, mas ainda é limitado. A verba, no entanto, não previa a 13ª parcela prometida por Bolsonaro na campanha presidencial, nem um aumento substancial do benefício na faixa de R$ 192 por pessoa para cada família, em média.

Atualmente, há 14,28 milhões de famílias dentro do programa criado no governo do PT. Cerca de 600 mil estão na fila de espera e, apesar de receberem o auxílio emergencial em 2020, segundo o governo, devem ser inseridas no Bolsa Família no próximo ano.



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