A Espanha voltou a levantar a taça mais cobiçada do futebol mundial. Na final disputada neste domingo, 19/07/2026, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0 na prorrogação e tornou-se bicampeã, encerrando um jejum de 16 anos desde o título de 2010. O triunfo resumiu tudo o que a equipe exibiu ao longo da competição: marcação adiantada, circulação rápida da bola e organização coletiva do começo ao fim.
Durante os 90 minutos regulamentares, os espanhóis mantiveram a posse, encontraram espaços entre as linhas argentinas e empilharam finalizações. O goleiro Emiliano Martínez adiou o gol em defesas decisivas, mas não conseguiu evitar o tento que selou o título já no tempo extra. A Argentina, que atuou com um jogador a menos durante boa parte da decisão, resistiu enquanto pôde e vendeu caro a derrota.
A conquista coroa uma geração que mistura talento jovem e experiência. Lamine Yamal, ainda adolescente, foi uma das sensações do torneio, enquanto veteranos como Rodri e Dani Olmo asseguraram equilíbrio ao meio-campo. No comando técnico, o treinador insistiu em um modelo ofensivo que premiou a paciência e a troca de passes curtos, pontos fortes do DNA espanhol.
Do outro lado, a seleção argentina mostrou a fibra habitual. Lionel Messi encerrou a participação em mais um Mundial sem o bicampeonato, mas colecionou momentos de genialidade que empolgaram torcedores pelo planeta. A Albiceleste, vice-campeã, reforçou sua condição de protagonista ao levar o jogo até os últimos instantes, mesmo em desvantagem numérica.
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O apito final desencadeou uma explosão de alegria de Madri a Barcelona, passando por Sevilha e Bilbao. Milhares tomaram as praças centrais com bandeiras vermelhas e amarelas, cantando hinos e entoando gritos de “campeones”. Fogos de artifício iluminaram o céu espanhol, enquanto a seleção recebeu homenagens nas redes sociais de ex-astros, clubes e personalidades.
Especialistas já classificam esta campanha como uma das mais consistentes da história recente da Copa. A defesa sofreu poucos sustos, o ataque variou jogadas e o meio-campo impôs ritmo intenso em todos os jogos. Estatísticas finais do torneio apontam a Espanha como líder em passes certos e chances criadas.
Para a Argentina, fica o orgulho de ter chegado à decisão e mantido viva a tradição de competir no mais alto nível. Para o mundo do futebol, fica o recado de que a escola espanhola permanece forte, fiel a seus princípios e capaz de se reinventar sem perder a identidade.
Com a taça nas mãos, o elenco já sonha em transformar o título de 2026 em ponto de partida para novos feitos. A festa mal começou, mas o projeto que levou a Fúria de volta ao topo indica futuro promissor para as próximas temporadas internacionais.
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