Espanha e Argentina entram em campo HOJE, às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, para disputar o troféu mais desejado do futebol mundial. O embate coloca frente a frente duas seleções que carregam campanhas sólidas na Copa do Mundo de 2026 e chegam à decisão cercadas por números que comprovam o equilíbrio histórico.
Em 14 confrontos — entre partidas oficiais e amistosos — cada lado soma seis vitórias, enquanto outros dois duelos terminaram empatados. Foram 37 gols anotados, média de 2,6 por jogo. A Roja balançou as redes 19 vezes; a Albiceleste, 18. Embora a artilharia seja ligeiramente favorável aos espanhóis, o retrospecto mostra que nenhuma seleção conseguiu se impor de forma consistente sobre a outra ao longo dos anos.
No palco das Copas do Mundo, o único duelo aconteceu em 1966. Na ocasião, em Wembley, a Argentina venceu por 2 a 1, com dois gols de Luis Artime, enquanto Pirri descontou para a Espanha. O resultado contribuiu para a classificação dos argentinos às oitavas daquela edição, que terminaria com a Inglaterra campeã.
Como mandante, a Argentina jamais perdeu para a Espanha, mas o mando simbólico da final pertence aos europeus, definidos por sorteio da FIFA. Em campo neutro, os números seguem parelhos, reforçando a expectativa de um jogo decidido nos detalhes.
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O encontro mais recente ocorreu em 2018, quando a Espanha goleou por 6 a 1, com direito a hat-trick de Isco. Naquele amistoso em Madri, Diego Costa, Thiago Alcântara e Iago Aspas completaram o placar, enquanto Otamendi marcou pelos sul-americanos.
Uma reedição desse duelo deveria ter ocorrido em março deste ano, na Finalíssima, reunindo o campeão da Euro 2024 e o vencedor da Copa América 2024. O duelo, porém, foi cancelado devido ao conflito entre Estados Unidos e Irã, e as confederações não chegaram a acordo para remarcar o jogo.
Com o título mundial em jogo, a partida HOJE ganha contornos de “tira-teima”. Uma vitória espanhola confirmaria a virada no retrospecto geral, enquanto um triunfo argentino colocaria os atuais campeões continentais em vantagem na estatística histórica e renderia o sonhado tetracampeonato para Lionel Messi e companhia.
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