O ex-participante, que também foi correspondente internacional do formato No Limite, entrou com ação e pede indenização milionária. Ele afirma que em maio sofreu ferimentos e perdeu uma perna durante pesca com arpão em Bayahibe (República Dominicana), culpando a produção pela falta de segurança.
Um ex-participante da versão grega do reality show Survivor, correspondente internacional do formato de No Limite, está movendo ação judicial contra a produção do programa e pede indenização milionária após sofrer ferimentos graves e perder a perna durante as gravações em maio deste ano.
De acordo com a petição apresentada, o incidente ocorreu enquanto ele praticava pesca com arpão em mar aberto, na região turística de Bayahibe, na República Dominicana. O ex-participante afirma que as condições de segurança durante as filmagens eram insuficientes e responsabiliza a equipe do reality pelo acidente.
“sem barcos de segurança, vigias, áreas protegias ou avisos de segurança adequados, apesar de situações que quase tiveram o mesmo resultado e até mesmo uma morte no mesmo local”
A citação acima consta do documento assinado pelo ex-participante, no qual ele descreve ainda que, segundo sua versão, houve episódios anteriores no mesmo local que quase resultaram em ferimentos semelhantes e que, segundo ele, chegariam a provocar uma morte.
O atleta tem 21 anos e integrou a edição grega do programa, cuja proposta é semelhante à do reality No Limite. Após o acidente, ele passou por procedimento cirúrgico que resultou na amputação da perna afetada. Em publicações nas redes sociais, o ex-participante compartilhou imagens que mostram parte do processo de recuperação.
A ação judicial busca reparação financeira pelos danos sofridos, com pedido de indenização em valor descrito como milionário no documento protocolado. O processo descreve falhas de segurança específicas — como ausência de embarcações de apoio, falta de vigias e de avisos sobre riscos — como causa determinante para o evento que gerou a amputação.
O caso reacende questionamentos sobre protocolos de segurança em gravações de programas que envolvem atividades de risco em ambientes remotos. Nos autos, a defesa do autor fundamenta a reclamação na alegada omissão de medidas básicas de proteção que, conforme ele relata, estariam previstas em normas de segurança ou seriam de senso comum para esse tipo de operação.
Não há informações no documento sobre valores exatos requeridos publicamente, nem detalhes sobre prazos processuais divulgados até o momento. A reportagem segue registrando o andamento da ação e os próximos passos legais indicados nos autos.


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