Na noite desta quarta-feira (24), Aracaju perdeu um de seus grandes nomes do jornalismo. O jornalista Diógenes Brayner faleceu aos 79 anos, vítima de câncer de pâncreas. Com uma trajetória de mais de quatro décadas dedicadas à comunicação no Nordeste, Brayner deixa um legado significativo na história do jornalismo sergipano.
Natural de Petrolândia, em Pernambuco, Diógenes Brayner construiu sua carreira em diversos estados do Nordeste antes de se estabelecer em Sergipe. Formado em Comunicação no Recife, ele iniciou sua trajetória profissional como bancário concursado do Banco do Brasil, mas decidiu abandonar essa função para seguir sua vocação na imprensa.
Há cerca de 40 anos, Brayner chegou a Sergipe, onde se destacou como editor do Jornal de Sergipe. Sua carreira se expandiu ainda mais ao atuar em outros veículos importantes, como a Gazeta de Sergipe e o Correio de Sergipe, consolidando seu nome no cenário jornalístico local. Nos últimos anos, foi responsável pela edição do portal Faxaju, onde continuou a contribuir para a informação na região.
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Em uma entrevista marcante, Diógenes Brayner destacou sua essência profissional como a de um repórter. Ele afirmou:
“Sou apenas e sempre um repórter e não considero que ser jornalista seja escrever artigos e comentários profundos. Geralmente, quem se rotula de ‘homem de imprensa’ por escrever e expor artigos e exibir intelectualidades não sabe escrever uma ‘nota de aniversário’ e nem se interessa pelo dia a dia da informação.”
O corpo de Diógenes Brayner está sendo velado no Velatório Osaf e a cremação ocorrerá às 15h, no Crematório Vila da Paz, localizado em Itaporanga d’Ajuda. Sua contribuição ao jornalismo e sua visão crítica sobre a profissão deixarão saudades entre colegas e admiradores.
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