Em uma tarde de futebol elétrico no Hard Rock Stadium, em Miami, a Inglaterra venceu a França por 6 a 4 na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo de 2026. O duelo, realizado HOJE, entrou para a história não apenas pelo placar incomum, mas também porque consolidou Kylian Mbappé como artilheiro máximo das Copas, agora com 21 gols em 22 partidas.
O sentimento típico de frustração que ronda a partida de consolação deu lugar a um espetáculo ofensivo logo nos primeiros minutos. Com apenas três minutos, Declan Rice recuperou a bola no meio-campo, avançou e acertou um chute rasteiro no canto de Mike Maignan, abrindo a contagem. A intensidade inglesa seguiu alta: aos 18, Ezri Konsa subiu mais que Adrien Rabiot após cobrança de escanteio e ampliou. Marcus Rashford teve chance de marcar, parou em Maignan, mas Bukayo Saka, atento ao rebote, fez 3 a 0. Quase no intervalo, Saka voltou a balançar a rede, desta vez em finalização cruzada, levando a vantagem inglesa a 4 a 0.
Se a primeira etapa foi dominada pelos comandados de Thomas Tuchel, a segunda apresentou outra história. Em busca de reação, Didier Deschamps lançou Ousmane Dembélé e Bradley Barcola, e o gás francês apareceu cedo. Com três minutos, Mbappé recebeu passe açucarado de Michael Olise e descontou. Pouco depois, Barcola avançou pela esquerda e fez o segundo. A pressão aumentou: em jogada envolvente com toques rápidos de Dembélé e Olise, Mbappé marcou novamente, deixando o placar em 4 a 3.
A França poderia ter empatado, mas Olise desperdiçou duas chances claras frente a Dean Henderson. O castigo veio aos 40: Djed Spence foi derrubado por Malo Gusto na área, pênalti confirmado. Saka converteu com categoria, anotando seu hat-trick e colocando 5 a 3 no marcador. Ainda houve tempo para mais. Dembélé recebeu passe de Dayot Upamecano, driblou a marcação e fez o quarto dos franceses. No minuto final, Jude Bellingham arrancou do círculo central, deixou dois defensores para trás e fechou o placar em 6 a 4.
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O resultado encerra a campanha inglesa com ânimo renovado após a queda nas semifinais diante da Argentina. Para a França, a derrota marca a despedida de Didier Deschamps, técnico que levou o país ao título em 2018, ao vice em 2022 e à conquista da Liga das Nações em 2021. Mesmo sem o pódio, Mbappé deixa o torneio com recorde individual histórico, superando nomes lendários como Miroslav Klose.
Embora a partida não altere a classificação final dos finalistas, ela reforça a rivalidade entre ingleses e franceses e brinda os torcedores com a lembrança de dez gols em 90 minutos. Para Tuchel, o triunfo serve como resposta às críticas recebidas pela queda nas semifinais; para Deschamps, o jogo foi a última página de um capítulo vitorioso à frente da seleção francesa.
Agora, resta aos fãs aguardar a grande final entre Espanha e Argentina, que definirá o campeão do mundo neste domingo. Independentemente do desfecho, o confronto de HOJE já ocupa lugar especial na memória da Copa de 2026.
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