Pesquisa Poder Data divulgada HOJE, 25/06, indica que a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta percepção majoritariamente crítica entre os eleitores. De acordo com o levantamento, 47% dos entrevistados classificaram o governo como “ruim” ou “péssimo”, percentual que supera em 12 pontos os 35% que o qualificaram como “ótimo” ou “bom”. Outros 15% optaram pela categoria “regular” e 2% afirmaram não saber ou preferiram não responder.
O instituto ainda perguntou, de maneira mais direta, se o eleitor aprova ou desaprova o trabalho pessoal de Lula até o momento. Nessa dimensão, metade dos consultados — 50% — declarou desaprovar o desempenho do chefe do Executivo, ao passo que 43% revelaram aprovação. O percentual de indecisos ou que não souberam opinar ficou em 8%.
Quando a formulação abordou especificamente a administração federal conduzida pelo petista, o resultado manteve o tom crítico: 52% disseram desaprovar a forma como o governo vem sendo conduzido, enquanto 43% afirmaram aprovar. Já 6% não souberam ou não quiseram responder. A variação numérica entre as perguntas aponta nuances na percepção pública sobre a figura do presidente e sobre o conjunto da gestão.
O Poder Data entrevistou 2.400 pessoas com 16 anos ou mais entre 21 e 24 de junho de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o índice de confiança estatística é de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05722/2026, conforme determina a legislação que regula pesquisas de opinião no país.
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Os percentuais divulgados HOJE ajudam a mapear o grau de satisfação do eleitorado em um momento estratégico do calendário político, já que o governo entra no segundo semestre com reformas prioritárias em pauta no Congresso. Embora o levantamento não detalhe recortes regionais, etários ou socioeconômicos, o número absoluto de entrevistados e a metodologia probabilística empregada garantem representatividade nacional.
Indicadores de avaliação (“ótimo”, “bom”, “regular”, “ruim” e “péssimo”) oferecem ao público e a analistas uma visão segmentada da popularidade presidencial, servindo de termômetro para articulações políticas e estratégias de comunicação. Tendências de alta ou baixa costumam influenciar agendas prioritárias, relações com o Parlamento e, em especial, o humor de investidores e mercados.
Especialistas em opinião pública lembram que flutuações de até dois pontos podem ocorrer dentro da margem de erro, mas ainda assim os resultados representam sinal de alerta para o Palácio do Planalto. As taxas de aprovação e desaprovação tendem a ser monitoradas de perto pelo governo, pela oposição e por pré-candidatos que já miram o ciclo eleitoral de 2028.
Com os dados divulgados, o debate sobre políticas econômicas, sociais e ambientais deve ganhar novas camadas de análise. O desempenho futuro do governo, por sua vez, dependerá da capacidade de traduzir propostas em resultados visíveis para a população, fator que historicamente exerce forte influência sobre a avaliação presidencial em pesquisas subsequentes.

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