Política


“Não é atrás de um ‘pato’ que a gente vai discutir uma eleição para depois o povo pagar o pato”, diz João Fontes


Publicado 11 de maio de 2022 às 10:21     Por Fernanda Sales     Foto Fernanda Sales / AjuNews

O pré-candidato a governador do Estado, João Fontes (PTB), fez críticas aos também pré-candidatos Valmir de Francisquinho (PL) e Alessandro Vieira (PSDB). Em entrevista na Fan FM nesta quarta-feira (11), João Fontes afirmou que “não se pode discutir a eleição numa patacoada”.

“Nós não vamos discutir a eleição numa patacoada, não é atrás de um ‘pato’ que a gente vai discutir uma eleição para depois o povo pagar o ‘pato’ de uma escolha ruim”, disse ele, fazendo referência a Valmir, que é conhecido em Itabaiana pelo apelido ‘Pato Rouco’.

João Fontes disse ainda que Valmir já afirmou que poderia apoiar Fábio Mitidieri e que ele não tem como fazer discurso de mudança. “Não é discurso só, tem muita coisa. A candidatura de Valmir é muito frágil, ao ponto de Rogério Carvalho a semana passada, nos Estados Unidos, dizer: ‘Valmir tem todo direito porque é o candidato de Bolsonaro’. Olha, quem está escolhendo o candidato de Bolsonaro é Rogério Carvalho, porque eles não querem disputar isso com João Fontes”, acrescentou ele, que é apoiador do presidente Bolsonaro.

Críticas a Alessandro
Com relação às críticas ao senador Alessandro Vieira, João Fontes ressaltou que Sergipe “tem tido uma péssima experiência com delegado na política. A gente sabe aí o papel lá do Alessandro”.

João Fontes criticou ainda uma declaração de Alessandro Vieira (PSDB), que recentemente questionou se alguém vai mudar o estado de Sergipe em parceria com Edvan Amorim (PL), citando Valmir de Francisquinho (PL). “Alessandro Vieira foi reclamar depois que não podia se fazer acordo com Edvan Amorim, e aí Zezinho Guimarães foi a público, Eduardo Amorim também. E inclusive revelaram coisas interessantes que a gente não sabia. Na eleição de 2020 de prefeito de Aracaju, o PL de Edvan Amorim financiou um milhão de reais para a campanha de Danielle Garcia […] Como que fica? Eles falam que não podem fazer política ao lado de Edvan Amorim depois de terem recebido dinheiro do partido presidido por ele? Tem muita incoerência”, criticou.

O pré-candidato também afirmou que já foi procurado por Danielle Garcia. “Danielle me procurou, a primeira pessoa que me procurou em Sergipe foi o Podemos e eu disse que não adiantava, que eu não ia, porque eu só vou para um partido que vá apoiar o presidente Jair Bolsonaro”, finalizou.

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