Política


Professora Ângela Melo denuncia perseguição a servidoras do Incra e a lideranças quilombolas de Sergipe


Publicado 25 de novembro de 2021 às 13:39     Por Redação AjuNews     Foto Gilson Rosas / Divulgação / CMA

A vereadora por Aracaju, Professora Ângela Melo (PT), denunciou, nesta quinta-feira (25), no Plenário da Câmara Municipal de Aracaju (CMA), supostas tentativas do Governo Federal de perseguição a servidoras do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Sergipe e de criminalização de lideranças quilombolas do estado.

A parlamentar usou uma matéria do site Uol para denunciar a situação. De acordo com reportagem, integrantes de comunidades quilombolas foram intimadas pela Polícia Federal (PF) a prestar depoimento depois que “o superintendente regional do Incra, Victor Alexandre Sande Santos, um advogado de fora dos quadros do órgão e que foi nomeado no cargo duas vezes pelo governo Bolsonaro, peticionou à PF para pedir investigação contra três servidoras do próprio Incra que liberaram ou concordaram com a liberação de créditos para mais de 2 mil famílias em territórios quilombolas que vivem em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar”.

“O que está acontecendo é muito grave e demonstra mais uma vez a política de perseguição do Governo Federal contra servidoras públicas e de criminalização dos grupos mais vulnerabilizados”, criticou Professora Ângela Melo. Para a parlamentar, “as comunidades estão bastante apreensivas porque além de não terem políticas efetivas de combate à fome, agora são alvo de intimidações”.



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