Saúde


Rogério Carvalho defende sanção do piso salarial da enfermagem e melhorias nas condições de trabalho


Publicado 12 de maio de 2022 às 13:28     Por Fernanda Sales     Foto Alessandro Dantas / Agência Senado

Após a aprovação do piso salarial nacional para os profissionais da enfermagem, no Senado e na Câmara dos Deputados, o senador e pré-candidato ao governo de Sergipe Rogério Carvalho (PT) ressaltou nesta quinta-feira (12), que é preciso pressionar o presidente Bolsonaro para sancionar a lei, para que seja, “enfim, feito um pouco de justiça a essa categoria que mostrou, ainda mais, sua importância durante a pandemia da covid-19”.

“É preciso cobrar para que o piso salarial da enfermagem comece realmente a valer, beneficiando cerca de 2,4 milhões de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem em todo país. Eles que são o grande sustentáculo nos hospitais e serviços de saúde, da rede pública e privada”, destaca.

Como médico e ex-secretário da Saúde de Sergipe e de Aracaju, o senador Rogério entende que, além do pagamento do piso salarial justo, a capacitação profissional permanente dos enfermeiros, técnicos e auxiliares é fundamental para a qualidade nos serviços prestados por eles.

“Essa é uma grande preocupação nossa. Como gestor da saúde sempre tive esse olhar, por saber o quão importante é que os profissionais estejam bem preparados e capacitados. E a pandemia também nos mostrou isso. Esse é um compromisso meu: lutar por melhorias nas condições de trabalho”, afirma o pré-candidato ao governo de Sergipe.

Rogério também defende que é prioridade garantir aos profissionais da enfermagem melhores condições de trabalho. A sobrecarga de trabalho também é um dos grandes entraves no exercício da profissão. Há anos a categoria, junto com a Federação Nacional dos Enfermeiros e Associação Brasileira de Enfermagem, luta para ter aprovado projeto de lei 2295, que tramita desde o ano 2000 na Câmara dos Deputados, que estabelece a jornada de trabalho de 30 horas semanais.

O senador ressalta ainda que durante a pandemia ficou explícito também a deficiência no acesso a equipamentos de proteção individual (EPIs). Muitos profissionais da enfermagem foram contaminados e alguns vieram a óbito.



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