HOJE, 19 de julho, o MetLife Stadium, em East Rutherford, concentra as atenções da comunidade esportiva com a decisão da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina. Antes mesmo de a bola rolar, um momento inusitado roubou a cena: Ronaldo Fenômeno, bicampeão mundial com a Seleção Brasileira, aproximou-se da área reservada às autoridades e mostrou a taça da competição ao presidente norte-americano, Donald Trump.
Imagens capturadas pelas câmeras de transmissão e por torcedores que lotam as arquibancadas revelaram Ronaldo erguendo o troféu diante de Trump, que, ao lado da primeira-dama Melania, tocou a peça em tom descontraído. Gianni Infantino, presidente da Fifa, acompanhou a rápida interação. Não ficou claro se o objeto exibido era a taça original ou uma réplica utilizada em ações protocolares, dúvida que permaneceu sem esclarecimento oficial até o momento.
A presença de Trump na tribuna de honra reforça o caráter político-esportivo do evento. Os Estados Unidos são um dos países-sede da edição atual do Mundial, que também acontece no México e no Canadá, e o chefe do Executivo aproveitou a ocasião para recepcionar dirigentes da Fifa e chefes de Estado convidados para a final.
Ronaldo, consagrado nas Copas de 1994 e 2002, atua como embaixador global do torneio. Sua tarefa inclui conduzir a taça em ações promocionais, participar de cerimônias protocolares e dialogar com patrocinadores. A cena, portanto, faz parte do roteiro previsto pela organização e cria um ponto de contato entre esporte, mídia e política.
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Nos minutos que antecederam o confronto, o ex-atacante também posou para fotos com torcedores espalhados pelos setores VIP e populares do estádio, que tem capacidade para mais de 80 mil pessoas. O gesto reforçou a popularidade duradoura do ídolo brasileiro, ainda reverenciado duas décadas após seu último Mundial como jogador.
Dentro de campo, espanhóis e argentinos disputam, HOJE, a taça que Ronaldo exibiu. A seleção europeia busca seu segundo título, enquanto a sul-americana tenta retomar o topo mundial. A partida marca o encerramento de um campeonato que, desde a fase de grupos, alternou favoritismos e reservou surpresas.
Em paralelo, a cena protagonizada por Ronaldo e Trump já circula nas redes sociais, gerando discussões sobre a proximidade entre esportistas e lideranças políticas. Comentários dividem-se entre a curiosidade em saber se a peça era autêntica e a repercussão simbólica do presidente dos Estados Unidos tocando o principal troféu do futebol internacional.
Mesmo sem confirmação sobre a autenticidade da taça, o momento adiciona um elemento extra de espetáculo ao último dia do Mundial. Após o apito final, a taça — a original, então devidamente protegida — será entregue ao capitão da equipe vencedora, coroando a campanha que começou há quase seis semanas e que HOJE encerra mais um capítulo na história do torneio.
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