Sergipe terá seis candidatos na disputa pelo Palácio de Despachos. O 1º turno ocorre em 4 de outubro e o 2º, se necessário, em 25; a eleição é simultânea para presidente, senadores e deputados, com 1.740.124 eleitores aptos.
Sergipe terá seis candidatos na disputa pelo Palácio de Despachos nas eleições deste ano. O pleito se dará em dois turnos: o primeiro será em 4 de outubro e o segundo, se necessário, está marcado para 25 de outubro. A escolha do governante ocorrerá simultaneamente à eleição de deputado estadual, deputado federal, dois senadores, presidente da República e seus respectivos vices. Caso nenhum concorrente ao governo alcance mais de 50% dos votos válidos – excluídos brancos e nulos – os dois mais bem colocados retornarão às urnas no fim do mês.
O estado contabiliza 1.740.124 eleitores aptos a votar. As mulheres correspondem a 53% desse total, enquanto os homens somam 47%. Entre os que informaram cor ou raça, 66,75% declararam-se pardos, 19,66% brancos e 12,76% pretos. Amarelos e indígenas, juntos, não chegam a 1% do eleitorado.
Além de definir quem comandará o Executivo estadual pelos próximos quatro anos, o voto do sergipano também definirá a composição da Assembleia Legislativa e da bancada federal. No Senado, duas cadeiras estarão em jogo, cada qual com um titular e dois suplentes.
Candidatos ao governo de Sergipe
- Dr. Helton – José Helton Silva Monteiro (PSOL)
- Emanuel Cacho – Emanuel Messias Oliveira Cacho (PSDB)
- Fábio – Fábio Cruz Mitidieri (PSD)
- Ricardo Marques – José Ricardo Marques dos Santos (PL)
- Taty Cristina de Jesus – Tatiana Cristina Santos de Jesus (DC)
- Valmir de Francisquinho – Valmir dos Santos Costa (Republicanos)
Os nomes aparecem na relação oficial divulgada pela Justiça Eleitoral, obedecendo à ordem alfabética adotada na urna eletrônica. Cada candidato registrou seu programa de governo, detalhando propostas para saúde, educação, segurança pública, geração de emprego e sustentabilidade. As campanhas têm por objetivo conquistar o eleitorado em 75 municípios.
No dia da votação, os sergipanos poderão acompanhar a apuração em tempo real pelos aplicativos e serviços oferecidos pela Justiça Eleitoral. Após o encerramento da votação, os boletins de urna serão afixados em cada seção, garantindo transparência ao processo.
A legislação eleitoral impõe limites de gastos para as campanhas. Para o cargo de governador em Sergipe, o teto financeiro permite desembolsos que variam conforme o número de eleitores. Caso haja segundo turno, cada campanha terá direito a nova cota de recursos proporcional à primeira etapa.
Os partidos e coligações também devem respeitar regras de propaganda definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral. Entre as normas, estão horários para uso de equipamentos sonoros, proibição de divulgação de notícias falsas e obrigação de acessibilidade nos programas de rádio e TV.
A eleição de 2026 marca o primeiro pleito geral após mudanças recentes na legislação, como a adoção do sistema de federações partidárias. Com isso, legendas aliadas precisam permanecer unidas por pelo menos quatro anos, o que pode influenciar a governabilidade no próximo mandato.
Até 1º de outubro, as candidaturas devem prestar contas parciais dos recursos arrecadados e aplicados. A prestação final ocorrerá após o fim do processo eleitoral, condição indispensável para diplomação dos eleitos.
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