Sergipe alcançou um marco significativo na geração de empregos, registrando a criação de 4.196 postos de trabalho entre janeiro e maio de 2026. Este resultado, divulgado nesta terça-feira (30), representa o melhor saldo de empregos formais desde o início do Novo Caged em 2020, colocando o estado entre os três únicos do país que apresentaram crescimento na comparação com o mesmo período do ano anterior.
De acordo com a análise do Observatório do Trabalho, vinculado à Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem), Sergipe viu um aumento de 2,9% no saldo de empregos formais nos cinco primeiros meses de 2026. Além de Sergipe, apenas Espírito Santo e Ceará também demonstraram avanços neste indicador.
O total de vínculos formais no estado chegou a 351.293, refletindo um cenário positivo. Em maio de 2026, Sergipe contabilizou um saldo positivo de 877 novas vagas com carteira assinada, destacando-se na criação de empregos.
A expansão foi impulsionada principalmente pelo setor de serviços, que gerou 348 novos postos de trabalho. Na sequência, a indústria contribuiu com 214 vagas, o comércio com 191, a agropecuária com 63 e a construção civil com 62 novas oportunidades.
No acumulado dos últimos 12 meses, entre junho de 2025 e maio de 2026, Sergipe gerou 15.702 empregos formais, resultando em um crescimento de 4,68% no estoque. Este desempenho posicionou o estado na quinta posição no ranking nacional e na quarta no cenário regional.
Outro ponto relevante foi o aumento no salário médio de admissão, que em maio de 2026 alcançou R$ 2.207,94, marcando uma alta de 10,79% em relação ao mês anterior, quando o valor era de R$ 1.992,92. Este resultado coloca Sergipe como o estado com maior crescimento no salário médio real de admissão no Brasil.
“Os números divulgados pelo Caged confirmam que Sergipe está construindo um ciclo consistente de geração de emprego formal. Alcançar o maior saldo acumulado da série histórica do Novo Caged demonstra que esse resultado é fruto de uma estratégia baseada em planejamento e diálogo com o setor produtivo”, afirmou o secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Jorge Teles.
O secretário também destacou o diferencial do estado em comparação com o cenário nacional: “Sergipe cresce onde o Brasil desacelera: acelera a geração de empregos e lidera o avanço dos salários de admissão, consolidando um mercado de trabalho cada vez mais forte e competitivo”, concluiu Teles.
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