Dos 408 registros em Sergipe, 159 são de mulheres (38,97%) e 249 de homens (61,03%). Os dados do sistema Divu abrangem disputas para governador, vice, senador e deputados.
Sergipe ocupa o primeiro lugar no ranking nacional de candidaturas femininas nas Eleições Gerais de 2026. Dos 408 registros submetidos no estado, 159 são de mulheres, o que corresponde a 38,97% do total; as candidaturas masculinas somam 249, ou 61,03%.
Os registros abrangem disputas para os cargos de governador, vice‑governador, senador e suplentes, deputado federal e deputado estadual. O resultado coloca Sergipe na liderança nacional em participação feminina entre as candidaturas e sinaliza uma ampliação da presença das mulheres na corrida por mandatos eletivos.
Os dados constam do sistema DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que reúne informações sobre candidaturas, partidos, cargos disputados e situação dos registros. A divulgação detalha número absoluto e porcentual das candidaturas por gênero, permitindo comparações entre unidades da federação.
Para dimensionar a proporção divulgada, os números indicam que, entre as 408 candidaturas registradas, aproximadamente 38,97% são femininas. Em termos práticos, isso significa que, para cada dez candidaturas masculinas, há aproximadamente seis candidaturas femininas.
A participação das mulheres na política é tema de atuação continuada do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE‑SE). Desde 2020, o tribunal desenvolve ações por meio do projeto Mulheres na Política, iniciativa que integra a atuação da Comissão de Participação Feminina (COFEM) e da Escola Judiciária Eleitoral (EJE).
O projeto tem como objetivo estimular a participação das mulheres na vida política e contribuir para o fortalecimento da representatividade feminina nos espaços de decisão. Entre as ações estão atividades de formação, iniciativas de conscientização e medidas de incentivo à participação, além da promoção do debate sobre mecanismos de participação democrática.
O trabalho do TRE‑SE recebeu reconhecimento em 2025, quando o tribunal foi premiado pelo Prêmio Justiça Eleitoral, do Tribunal Superior Eleitoral, na categoria Redução das Desigualdades de Gênero, Raça, Etnia e Idade, pelo projeto Mulheres na Política. A distinção destacou iniciativas da Justiça Eleitoral voltadas à promoção da participação e da representatividade de diferentes grupos na democracia brasileira.
Especialistas e observadores do processo eleitoral costumam apontar a participação feminina como indicador relevante de diversidade e representatividade. No contexto das Eleições Gerais de 2026, os números de Sergipe serão um dado de referência para avaliar avanços e lacunas na composição das candidaturas em nível nacional.
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