O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estará na tribuna de honra da final da Copa do Mundo de 2026, marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A Federação Internacional de Futebol (Fifa) confirmou que o chefe de Estado norte-americano participará da cerimônia pós-jogo e entregará a taça à equipe vencedora.
Em comunicado, a entidade destacou que a participação presidencial foi alinhada com antecedência para garantir todos os protocolos de segurança e cerimoniais exigidos em um evento dessa magnitude. O Mundial de 2026 é organizado em conjunto por Estados Unidos, México e Canadá, e terá sua decisão em solo americano pela primeira vez desde 1994.
“Estaremos ao lado do presidente acompanhando a final e entregando o troféu ao vencedor, com certeza, juntos”, afirmou Gianni Infantino, presidente da Fifa, em entrevista concedida a uma rede de televisão dos Estados Unidos.
Trump ainda não compareceu a nenhuma partida desta edição do torneio. Segundo a Fifa, a agenda do presidente será ajustada exclusivamente para o compromisso de 19 de julho, sem previsão de presença em jogos das fases anteriores. A escolha do MetLife Stadium para a grande decisão se deve, entre outros fatores, à capacidade e à infraestrutura do local, habitualmente palco de clássicos do futebol norte-americano e de grandes eventos de entretenimento.
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A entrega do troféu por um chefe de Estado não é novidade em Copas do Mundo. Em 2022, no Catar, o emir Tamim bin Hamad Al Thani compartilhou o pódio com Infantino para entregar a taça a Lionel Messi, capitão da seleção argentina, após a vitória sobre a França nos pênaltis. O protocolo, portanto, repete-se agora em Nova Jersey, reforçando o simbolismo político e esportivo da ocasião.
Para Trump, o ato tampouco será inédito. No ano passado, ele participou da cerimônia de premiação do Mundial de Clubes, disputado nos Estados Unidos, quando entregou o troféu ao Chelsea após a vitória sobre o Paris Saint-Germain, também no MetLife Stadium. Na ocasião, a presença do presidente surpreendeu alguns jogadores dos ‘Blues’, entre eles o meia Cole Palmer, cuja expressão de desconforto viralizou nas redes sociais.
Com expectativa de casa cheia, a final do dia 19 de julho mobilizará autoridades locais, torcedores e delegações internacionais. A Fifa promete uma operação de segurança reforçada e um espetáculo de encerramento voltado a celebrar a diversidade cultural dos três países-sede. Até lá, a bola segue rolando em solo norte-americano, mexicano e canadense, com seleções buscando a sonhada vaga na decisão em Nova Jersey.
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