O Movimento Polícia Unida deflagraram uma paralisação de 12 horas por meio da ‘Operação Padrão’, nesta terça-feira (11), após lideranças realizarem uma assembleia para discussão das próximas ações do grupo.
Com a Operação policiais, bombeiros e delegados seguiram pontos de uma cartilha instituída em que determina, durante a paralisação, não fazer publicidade da atividade policial; conduzir viaturas que tenham condições ideais de tráfego; e não realizar patrulhamento, diligência ou atendimento de ocorrência com menos de três policiais na viatura.
A principal cobrança do movimento é o pagamento do adicional de periculosidade às categorias militares que o governo Belivaldo Chagas (PSD) se recusa a pagar. A queixa é que falta diálogo da gestão em discutir as demandas militares.
Além da paralisação de 12 horas da Polícia Civil, as entidades que compõem o Movimento Polícia Unida aprovaram em assembleias, a realização de uma caminhada em direção ao Palácio dos Despachos na quinta-feira (13), com objetivo de cobrar respostas do Governo.
O Movimento Polícia Unida é formado por nove entidades sindicais e representativas: Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe (Sinpol/SE); Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Sergipe (Adepol/SE); Associação Militar Única; Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares do Estado de Sergipe (Aspra); Associação dos Oficiais Militares de Sergipe (Assomise); Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública em Sergipe (Asimusep); Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese); Associação dos Militares da Reserva Remunerada e Pensionistas do Estado de Sergipe (Asmirp/SE); e Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros (ACS-SE).
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