Os gastos do presidente Jair Bolsonaro (PL) com o cartão corporativo aumentaram desde o primeiro ano de mandato. Apenas neste ano, a fatura teria chegado a R$ 1,2 milhão por mês, segundo dados disponíveis no Portal da Transparência.
De acordo com a Folha de São Paulo, em 2021, o extrato do cartão do presidente ficou ainda mais caro, chegando a R$ 1,1 milhão por mês. Já de janeiro a maio de 2022, a média subiu quando Bolsonaro intensificou a agenda pelo país em clima de pré-campanha à reeleição, atingindo R$ 1,2 milhão.
Com o aumento dos gastos, o chefe do Executivo Federal fica no topo do ranking de despesas no cartão corporativo em comparação aos presidentes anteriores.
Segundo dados do Portal da Transparência, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) gastou R$ 960 mil por mês na pré-campanha de 2014; Já em 2018, Michel Temer (MDB) gastou R$ 560 mil quando chegou a ser pré-candidato.
Atualmente, o Tribunal de Contas da União (TCU) está apurando os gastos no cartão corporativo de Bolsonaro. Segundo o Bolsonaro, os altos valores são referentes a despesas com equipes de segurança em viagens.
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