O Governo de Sergipe, sob a gestão de Fábio Mitidieri, atingiu o topo do endividamento ao ultrapassar a marca de R$ 4,3 bilhões em operações de crédito. A mais recente, autorizada em junho de 2026 no valor de US$ 100 milhões (cerca de R$ 500 milhões), compromete ainda mais as contas estaduais para os próximos anos.
Atento à escalada do endividamento, o candidato ao Governo do Estado, Valmir de Francisquinho, alertou para a saúde financeira de Sergipe. “Um estado que diz ter caixa confortável não precisaria recorrer repetidamente a um volume tão expressivo de empréstimos. Se a gestão insiste em se endividar nessa proporção, fica evidente a desconexão entre o discurso e a realidade das finanças públicas. A conta desses empréstimos acumulados e mal aplicados será cobrada no futuro de cada sergipano”, pontuou Valmir.
Alagoas, por exemplo, custeou entregas concretas, na pavimentação e duplicação de centenas de quilômetros de rodovias estaduais, além da entrega recente de três novos hospitais estaduais — o Regional do Médio Sertão, o Hospital do Idoso e o Regional de Viçosa.
Em Sergipe, ao contrário, o montante bilionário é acompanhado por projetos sem detalhamento claro e por um deserto de grandes entregas. O governo acumula recursos de financiamentos e os R$ 4,5 bilhões oriundos da concessão da Deso, mas não consegue apresentar um único hospital construído ou obra estruturante de grande porte concluída, deixando a população apenas com promessas e cronogramas arrastados.
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