O ex-assessor da família Bolsonaro, Luciano Querido, voltou a se reaproximar do clã presidencial. Segundo o Jornal Folha de São Paulo, Luciano é visto por mais de dois anos como uma ameaça à família Bolsonaro. Nesta quarta-feira (6), o ex-assessor foi nomeado presidente substituto da Fundação Nacional de Artes (Funarte).
Segundo a publicação, durante 13 anos Luciano foi funcionário do gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos). O vínculo com a família Bolsonaro encerrou em dezembro de 2017, após ter sido desautorizado pelo então deputado federal, que o chamou de “elemento”.
Ainda de acordo com o jornal, desde esse episódio, os aliados da família temiam que Luciano tivesse levado arquivos e documentos comprometedores em relação ao dia a dia nos gabinetes, tanto sobre as estratégias virtuais usadas na pré-campanha do presidente.
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