A Esplanada dos Ministérios, em Brasília, capital federal, está dividida em dois lados e é palco de atos pró e contra o governo do presidente Jair Bolsonaro, neste domingo (21). Os manifestantes estão concentrados desde às 9h. Mais de 900 policiais militares realizam a segurança do local. As informações são do Correio Braziliense.
Durante toda a manhã não houve registro de violência. Apenas quando as manifestações caminhavam para a dispersão houve um princípio de tumulto que foi controlado pela Polícia Militar do Distrito Federal, e pelos próprios organizadores do ato.
Os policiais abordaram alguns manifestantes contrários ao atual governo. Ninguém chegou a ser detido. Ao jornal, os militares da equipe afirmaram que eles ameaçaram um pai e filho que estavam de bicicleta e que não tinham envolvimento nos protestos.
No lado de apoio ao chefe do Poder Executivo, os ativistas se concentram do lado direito do Museu Nacional da República. Há um carro de som para mobilização do grupo, que veicula discursos críticos aos manifestantes contra o governo. Em meio aos discursos, os apoiadores citam passagens bíblicas.
Com faixas pedindo o impeachment do presidente, em defesa dos profissionais da saúde e do Sistema Único de Saúde (SUS) e contra o racismo, manifestantes contrários ao atual governo percorrem o lado oposto da Esplanada dos Ministérios. Entoando gritos, como “Recua, fascista, recua. Pelo poder popular que está na rua”, eles saíram do estacionamento em frente ao Teatro Nacional e seguiram em direção ao Congresso.
O grupo contra o governo do presidente pede a cassação da chapa de Jair Bolsonaro e novas eleições. Para o professor de filosofia Diogenes Francisco de Sousa Gomes, 33 anos, a campanha bolsonarista foi baseada na “produção de fake news, que inclusive, precisa de apuração para que os envolvidos sejam punidos. Além disso, também sabemos que o governo apoia o fascismo e ataca minorias”, pontua.
Continua depois da publicidade.
Siga o AjuNews e entre no nosso grupo de notícias de Aracaju.









