O advogado Frederick Wassef mantinha um controle rígido sobre Fabrício Queiroz no período em que ex-assessor de Flávio Bolsonaro esteve escondido em Atibaia no interior de São Paulo, indicam testemunhas e mensagens interceptadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. A informação foi publicada pelo Jornal Nacional da Rede Globo, nesta quinta-feira (02). Wassef nega que tenha monitorado Queiroz.
O jornal entrevistou um homem que se tornou amigo de Queiroz em Atibaia. Queiroz é suspeito de operar um esquema de “rachadinha” no gabinete do atual senador Flávio Bolsonaro (Republicanos), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na época em que ele era deputado estatual no Rio de Janeiro.
Daniel é dono de uma loja de uma conveniência em Atibaia. Ele contou que conheceu Queiroz há um ano na loja, e que o ex-assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro costumava vir almoçar ou jantar. Muitas das vezes, acompanhado da mulher, Márcia, e de uma funcionária do advogado Frederick Wassef, Ana Flávia Rigamonti.
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