Para o novo ministro da Educação, o pastor presbiteriano e advogado Milton Ribeiro, a linha existencialista de pensamento ensinada nas universidades incentiva uma “prática totalmente sem limites do sexo”, disse em 2018. A informação foi publicada pelo jornal Estadão, neste domingo (12).
Um vídeo mostra Ribeiro falando à comunidade evangélica sobre o assunto durante culto. “Para contribuir ainda mais em termos negativos para uma prática totalmente sem limites do sexo veio a questão filosófica do existencialismo, em que o momento é que importa. Não importa se é A, B, se é homem ou se é mulher, se é esse, se é aquele, se é velho, se é novo. Não interessa. O que interessa é aquele momento”, declarou na gravação. Ribeiro acrescenta que “é isso que eles estão ensinando para os nossos filhos na universidade”.
Questionado sobre o vídeo, o Ministério da Educação não se manifestou até a publicação da reportagem. A gravação foi noticiada pelo portal Metrópoles neste sábado (11). A postagem original, contudo, foi apagada pela conta titular onde foi publicada inicialmente, o canal Meditando na Sã Doutrina. Em sua fala, o titular do MEC contextualiza ainda dizendo que a partir da década de 60 houve “liberdade maior nessa área sexual”, com a invenção da pílula do dia seguinte.
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