As construções do Programa Cisternas, do governo federal, teve uma queda de 78% em comparação a 2019. O programa beneficia os inscritos com um reservatório de água para a população sertaneja que mora na região Nordeste. Em meio a pandemia do novo coronavírus (covid-19), as poucas obras que continuam sendo feitas são de contratos antigos, ou seja, não há novos sendo assinados. As informações foram publicadas pelo Uol, neste sábado (11).
Segundo a publicação, a diminuição no número de cisternas construídas acontece desde o ano de 2015. No primeiro semestre deste ano, a queda foi muito maior. O Ministério da Cidadania informou que foram construídas 4.416 cisternas (cerca de 736 ao mês), no entanto, em 2019, a média mensal foi de 2.588; e em 2014, 12.426.
Na área rural do semiárido vivem atualmente 9,5 milhões de pessoas. Destas, 1,3 milhão de famílias já têm os reservatórios, e a fila de espera é estimada em cerca de 350 mil famílias, de acordo com a Articulação do Semiárido (ASA), entidade responsável por 600 mil das 1,3 milhão de cisternas feitas no semiárido.
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