O ministro da Justiça, o advogado e pastor presbiteriano André Mendonça se expõe a polêmicas para defender o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Segundo o jornal Folha de São Paulo, desde que Mendonça substituiu o lugar do ex-ministro Sérgio Moro, ele tomou ao menos três atitudes polêmicas. Entre elas, o pedido à Polícia Federal (PF) da abertura de uma investigação para averiguar se o colunista Hélio Schwartsman, infringiu a Lei de Segurança Nacional (LSN), após publicar o artigo “Por que torço para que Bolsonaro morra”, após o presidente anunciar que contraiu coronavírus.
De acordo com a reportagem, no dia 15 de junho, o ministro já havia solicitado outra investigação com base na mesma legislação, para apurar uma charge reproduzida pelo jornalista Ricardo Noblat, que associa o Bolsonaro ao regime nazista, com base na mesma legislação.
Ao ser questionado, Mendonça disse a aliados que pediu a abertura dos inquéritos porque o presidente o comunicou que havia se sentido ofendido pelas publicações.
Ainda segundo a reportagem, na avaliação de ministros e advogados, o ministro da Justiça resgatou o caráter de interlocutor inerente à pasta.
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