O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, afirmou que as vacinas de uso emergencial contra a covid-19 “não serão para milhões, em hipótese alguma”, nesta quinta-feira (3). As informações são da Rádio Gaúcha.
Segundo Torres, toda a população somente será vacinada quando o imunizante tiver o registro sanitário. Ele explica ainda que, possivelmente, serão escolhidos profissionais de saúde, cuidadores de idosos, pessoas com mais de 65 anos e aqueles com “fragilidades”.
“Importante a população entender que uso emergencial não é uma vacinação em massa, de grande número de pessoas. É um processo de vacinação bastante restrito, com grupos bem definidos, que tenham a concordância em estar se vacinando dessa forma, tenham consentimento livre. Ou seja, não é uma vacinação para a população como um todo. Geralmente se escolhem profissionais de saúde, idosos, cuidadores de idosos”, disse.
Nesta quarta-feira (2), a Anvisa definiu os critérios para que os fabricantes das vacinas contra o vírus entrem com pedido de autorização para a modalidade emergencial de vacinação com grupos de risco, que já é usada em outros países, com mais agilidade.
De acordo com Torres, após os pedidos, a liberação deve ocorrer em questão de dias após a análise. Já no caso do registro completo, há um prazo de 60 dias para retorno da agência, mas o “empenho é grande e vamos tentar fazer no melhor tempo possível”, afirma.
Siga o AjuNews e entre no nosso grupo de notícias de Aracaju.









