O procurador-Geral da República, Augusto Aras, afirmou que são “graves” as acusações de que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) ajudou a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), no caso das rachadinhas. A informação é do jornal Estadão.
De acordo com a publicação, Aras pediu informações à própria Abin e ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) sobre os supostos documentos. “O fato em si narrado é grave, o que não temos são provas desses fatos. Nós não trabalhamos com narrativas. Trabalhamos com fatos e provas”, afirmou o procurador, em conversa com jornalistas.
“Por enquanto, temos fatos transmitidos pela imprensa que levamos a sério. Mas precisamos ter elementos, não podemos trabalhar apenas com a informação. Por enquanto, temos as narrativas, mas não temos as provas”, completou Aras.
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