O funcionamento do cassino clandestino onde estava o atacante Gabigol, em São Paulo, é supostamente mantido por autoridades e políticos, segundo a Polícia Civil. A informação foi divulgada pelo jornal Folha de São Paulo, neste sábado (27).
No local, havia um pesado esquema de jogos de azar, que movimentava milhões de reais, e era conhecido por policiais e políticos, citados nominalmente por funcionários para tentar intimidar o grupo que comandava a operação e evitar o fechamento do cassino.
De acordo com a polícia, eles são autoridades que podem estar na “folha de pagamento” da casa para ajudar a manter o esquema funcionando, mesmo sendo ilegal. As autoridades ainda alegaram que eles podem até comprometer o futuro de operações semelhantes.
Segundo o jornal, uma das primeiras medidas tomadas pela cúpula da Segurança Pública foi afastar alguns policiais que, em tese, deveriam ter tomado providências contra o cassino e não tomaram.
Siga o AjuNews e entre no nosso grupo de notícias de Aracaju.








