Um suspeito morreu e outros três foram presos por participação no assalto ao Banco do Brasil do município de Pacatuba, Baixo São Francisco sergipano, durante uma operação do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), na tarde da sexta-feira (23).
De acordo com a polícia, um dos suspeitos teria entrado em confronto com os policiais e acabou morrendo após ser alvejado. Ele portava uma pistola calibre 380, e era investigado em diversos estados do Brasil por explosões a agências bancárias, roubos a carro-forte e mineradoras, além de porte de armas de grosso calibre.
A localização do Coroa foi possível após intensa troca de informações entre a Polícia Civil sergipana e a Polícia Federal. As investigações contaram com o acompanhamento da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol).
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), logo depois das explosões em Pacatuba, os investigadores do Cope prenderam três pessoas envolvidas diretamente com a explosão da agência bancária do Banco do Brasil do município. Um homem e duas mulheres foram presos momentos depois da ação criminosa, registrada na madrugada do dia 3 de março, por volta das 3h.
O trio teria sido o responsável pela observação de detalhes nos arredores da agência dias e horas antes do crime e reservou uma residência na Zona Rural da cidade, onde o grupo criminoso preparou todas ações para a prática do roubo. Os investigadores apontam que os suspeitos fotografaram a agência, visualizaram o abastecimento pelo carro-forte e obtiveram o imóvel para esconder a quadrilha.
O suspeito morto era ligado a uma quadrilha de roubos de agências dos Correios, bancos e carros-fortes que foi desarticulada em novembro do ano passado pela Polícia Federal. Na ocasião, oito pessoas foram presas e um fuzil, uma submetralhadora e três pistolas foram apreendidas.
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