Sergipe registrou aumento de 90,6% nos casos de Zika e 2,1% nos casos de Chikungunya entre 30 de janeiro e 24 de julho deste ano, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES). Das três doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypt, apenas a Dengue apresentou diminuição nos registros com uma redução de 78,1% na incidência dos casos. O boletim epidemiológico das arboviroses foi divulgado nesta quinta-feira (12).
De acordo com o levantamento, em 2021, já foram confirmados 217 casos de Dengue, 1.041 casos de Febre Chikungunya e 61 casos de Zika Vírus. No período, foram notificados 1.593 casos suspeitos de Dengue, contra 2.713 em 2020, enquanto as notificações de Chikungunya somaram 2.105 este ano, contra as 1.396 em 2020, conforme revela o boletim epidemiológico, que aponta ainda 159 casos notificados de ZiKa Vírus frente os 149 informados no ano passado.
Conforme apontou os dados, Aracaju e Nossa Senhora do Socorro foram os municípios que registaram maior ocorrência de Dengue, com 45 e 40 casos, respectivamente. A capital também lidera em número de Chikungunya, com 278 registros, seguida do município de Boquim, que somou 220 ocorrências. Em relação à ZiKa Vírus, a maior incidência se deu em Lagarto, com 22 casos, enquanto Aracaju totalizou 15, Simão Dias 13 e Itabaianinha 12.
Segundo o último Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (Liraa), realizado em julho, revelou que 17,3% (13 municípios sergipanos) estão em baixo risco; 70,6% (53 cidades) estão em médio risco e 12% (nove municípios) estão em alto risco de infestação do mosquito e são eles: Cristinápolis, Itabaiana, Malhada dos Bois, Malhador, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora da Glória, Pinhão, São Domingo e Simão Dias.
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