A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) notificou o Instituto Butantan e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sobre a falta de documentação para analisar os pedidos de uso emergencial da vacina contra a covid-19. O pedido foi feito nesta quinta-feira (15) para que os documentos sejam enviados ainda hoje. A informação é do portal Uol.
Ambos os laboratórios pediram o uso emergencial do imunizante há uma semana. O órgão vai liberar ou não a autorização no próximo domingo (17). Após o aval da agência, o estimado é que a vacinação inicie em até cinco dias.
O painel que acompanha o envio dos documentos foi atualizado hoje (14), mas ainda aguarda que o Butantan complemente 29,76% dos dados enviados. Segundo o site do órgão, até as 14h18 de hoje, os produtores da CoronaVac apenas enviaram 40,92% da sua documentação. Outros 29,32% estão em análise.
Já para a Fiocruz foi solicitada informação complementar sobre 31,29% dos documentos da vacina Oxford/AstraZeneca. Sobre o pedido para uso emergencial há 36,11% em análise e 32,6% concluídos.
Segundo a Anvisa, um novo ofício foi enviado para o Instituto Butantan. A maioria dos dados que faltam está relacionada aos estudos de fase 3 da CoronaVac, que incluem os testes clínicos responsáveis por atestar a eficácia global de 50,38% da vacina, divulgada nesta semana.
A instituição disse à Anvisa que requisitou os dados à Sinovac, laboratório chinês parceiro no desenvolvimento da CoronaVac. O Butantan acredita que essas informações a serem enviadas pelos chineses serão suficientes para atender os questionamentos feitos pela agência.
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