O professor da UFS André Faro participou da 81ª Assembleia Geral da ONU em Nova York (22/9-28/9/2026). Como vice‑presidente regional da World Federation for Mental Health, levou a pauta da saúde mental.
O professor Dr. André Faro, docente da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Psicologia da Saúde (GEPPS/UFS), participa da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, realizada em Nova York entre os dias 22 e 28 de setembro de 2026. Na assembleia, ele representa a World Federation for Mental Health, ocupando o cargo de vice-presidente para a América Latina.
A World Federation for Mental Health foi fundada em 1948, o mesmo ano de criação da Organização Mundial da Saúde e três anos após a fundação da ONU. A organização internacional tem como objetivos promover a saúde mental globalmente, apoiar práticas de recuperação e defender os direitos humanos de pessoas com transtornos mentais, papel que o professor passa a representar na região latino-americana.
Durante a Semana de Alto Nível da Assembleia, cujo tema neste ano foi Restaurando a confiança, gerindo a transformação: Nações Unidas que cumprem para todos, o coordenador participou de atividades realizadas na sede da ONU. As ações envolveram eventos como o Digital Cooperation Day e o Global Leaders Network, voltados a diferentes dimensões da saúde e das políticas digitais com impacto sobre a saúde mental.
Além da agenda pública, a participação incluiu também um encontro com Tedros Adhanom, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, registrado no cronograma de reuniões e articulações estabelecidas durante a semana.
Na avaliação do professor, a presença na Assembleia conecta a América Latina a temas centrais da agenda global de saúde mental e amplia a participação do GEPPS em espaços internacionais de discussão e articulação sobre o assunto. A observação destaca a importância de pesquisadores e universidades brasileiras nesses fóruns, tanto para acompanhar debates internacionais quanto para aproximar essas pautas do contexto nacional.
Tem sido uma experiência muito interessante acompanhar de perto as discussões da Assembleia Geral da ONU e participar de reuniões sobre diferentes temas de saúde e saúde mental. Acho importante que pesquisadores e universidades brasileiras estejam presentes nesses espaços. Isso ajuda a acompanhar o que está sendo discutido internacionalmente e a aproximar essas discussões do nosso contexto
O deslocamento de representantes acadêmicos para eventos multilaterais como a 81ª Assembleia Geral reforça a interface entre pesquisa, políticas públicas e cooperação internacional em saúde mental. Para o GEPPS, a atuação na ONU tende a abrir canais de articulação regionais e a ampliar o acesso a debates e iniciativas que podem influenciar práticas acadêmicas e propostas de políticas na América Latina.
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