O grupo de hackers Anonymous Brasil divulgou nesta quinta-feira (04), supostas provas que apontam o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) como mandante do crime contra , vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco.
Na postagem, o grupo compartilhou dados pessoais de envolvidos no caso e outros suspeitos do caso, como CPF, número de cartão de crédito, filiação, telefones e endereço.
De acordo com o Anonymous, o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) seria o integrante da família presidencial que atua junto com a milícia.
Na publicação, foi disponibilizado um link de apoio redirecionado para um suposto documento da Câmara dos Deputados, do deputado Rogério Correia (PT-MG), pedindo uma investigação especial para apurar as ações criminosas das milícias do Rio de Janeiro. Apesar disso, apenas o mês de fevereiro do ano de 2019 consta no requerimento.
“Estamos cansados, o povo clama por ajuda, será que poderíamos visualizar com mais profundidade e com mais precisão o caso do presidente? O que o senhor acha Presidente? Talvez surja provas que seu filho é corrupto, talvez esse ano, a favela vai se revoltar, policiais estão abusando de poder, e o sistema deixa!”, disse a texto.
Ainda na publicação, são citados os nomes do policial reformado Ronnie Lessa e a esposa, Elaine Pereira Figueiredo, o ex-PM Elcio Vieira de Queiroz, Alexandre Motta de Souza, Rodrigo Jorge Ferreira. Além da advogada Camila Moreira, apontada como a pessoa que atrapalhou as investigações, Bruno Pereira Figueiredo, cunhado de Ronnie Lessa, José Márcio Mantovano e Josinaldo Lucas Freitas, que seriam amigos do policial.
Ao final da publicação, o grupo de hackers afirmou que “parece que a família Bolsonaro é a mandante” do assassinato de Marielle Franco.
“Conclusão? Parece que a família bolsonaro é a mandante. Também parece que agora temos vários motivos para duvidar da postura do nosso querido presidente!”, concluiu o grupo.
Siga o AjuNews e entre no nosso grupo de notícias de Aracaju.









