Após quase quatro meses da explosão que destruiu parte da capital do Líbano, Beirute, o governo brasileiro não honrou a promessa de enviar a doação de 4 mil toneladas de arroz para socorrer os atingidos pela tragédia.
Segundo o Uol, para os diplomatas em Brasília, há esperança de que o embarque da carga possa ocorrer entre dezembro e janeiro, mas não existem ainda garantias de data.
De acordo com a publicação, a operação vai ter que envolver o Programa Mundial de Alimentação da Organização das Nações Unidas (ONU), que será o responsável por organizar o frete do arroz. A Agência Brasileira de Cooperação (ABC) já estaria em contato com o órgão internacional e irá custear o transporte.
Ainda ex-presidente Michel Temer, descendente de libaneses e escolhido por Bolsonaro para lidar o esforço, viajou com uma missão brasileira para Beirute para iniciar um processo de cooperação.
Dias após a explosão, o ex-presidente Michel Temer, que é descendente de libaneses foi escolhido por Bolsonaro para lidar a doação, e viajou com uma missão brasileira para Beirute para iniciar um processo de cooperação.
Na ocasião, foram enviadas seis toneladas de insumos básicos de saúde, como antibióticos, corticóides, analgésicos, ataduras, seringas e cateteres. Além de cerca de 100 mil máscaras cirúrgicas, 300 ventiladores pulmonares e alimentos.
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