Os assessores especiais da Presidência, apontados como integrantes do “gabinete do ódio” disseram à Polícia Federal (PF) que se reuniram com o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) horas antes de serem interrogados no inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os atos antidemocráticos.
Segundo o jornal Folha de São Paulo, Tércio Tomaz Arnaud e José Matheus Sales Gomes afirmaram que os encontros com o parlamentar ocorreram na manhã da última sexta-feira (11), um dia após o depoimento do filho do presidente, na quinta-feira (10).
De acordo a publicação, Carlos Bolsonaro disse à Polícia Federal que não tem relação com a divulgação de mensagens em redes sociais ou a promoção de atos com finalidades antidemocráticas.
Por fim, outro assessor da Presidência apontado como integrante do “gabinete do ódio”, Matheus Diniz, será ouvido na próxima semana.
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