O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que o auxílio emergencial será rediscutido, em reunião com prefeitos e com o ministro da Educação, Milton Ribeiro, na sede da pasta, nesta quarta-feira (10).
“Eu sempre disse que tínhamos dois problemas: o vírus e o desemprego. A arrecadação esteve praticamente equivalente no município, tendo em vista o auxílio emergencial, que volta a ser rediscutido. E é o que eu falo: não é dinheiro que eu tenho no cofre, é endividamento. Isso é terrível também. A economia tem que pegar. Temos que voltar a trabalhar.”
A equipe econômica discute a prorrogação do benefício em 2021. Uma das propostas é para que o pagamento seja feito em três parcelas de R$ 200. Os únicos beneficiados serão os trabalhadores informais que não recebem o Bolsa Família.
De acordo com o presidente, ele foi “deixado de lado” em grande parte de suas atribuições durante a crise sanitária causada pela covid-19. “Cada um tem o seu pensamento sobre como deve ser tratada a pandemia. E a decisão das medidas na ponta da linha é dos governadores e prefeitos. O presidente foi deixado de lado em grande parte das suas atribuições, a não ser mandar recursos e meios, o que nós fizemos. Se for preciso, nesse ano, a gente vai continuar com esse atendimento a vocês”, disse;
Bolsonaro frisou ainda sobre as novas mutações do coronavírus que estão surgindo. “Vamos ter que conviver com esse vírus, não adianta falar que passando o tempo vai resolver. Estão vendo que não vai. Novas cepas estão aparecendo. Agora, o efeito colateral do tratamento inadequado mata mais gente do que o vírus em si.”
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