O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) causou agitação na política após realizar uma reforma ministerial e trocar as chefias de seis pastas, na tarde da segunda-feira (29). As modificações foram confirmadas em uma nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social.
Os ministérios modificados foram a Casa Civil da Presidência da República, ministério da Justiça e da Segurança Pública, ministério da Defesa, ministério das Relações Exteriores, Secretaria de Governo da Presidência e Advocacia-geral da União.
O ministro da Secretaria de Governo foi realocado para a Casa Civil, antes chefiada pelo general da reserva, Braga Netto, que foi transferido para o ministério da Defesa. Com isso, ele assume o lugar do general da reserva, Fernando Azevedo e Silva.
No ministério da Justiça, quem vai chefiar a pasta é o delegado da Polícia Federal, Anderson Torres, atual secretário de Segurança Pública do Distrito Federal. O ex-titular, André Mendonça, foi transferido para a Advocacia-Geral da União (AGU),antes ocupado pelo procurador da Fazenda Nacional, José Levi.
A Secretaria de Governo será ocupada pela deputada federal Flávia Arruda (PL-DF). Já o ministério das Relações Exteriores, antes chefiado por Ernesto Araújo, será comandado pelo embaixador, Carlos Alberto Franco França, diplomata de carreira que estava na assessoria especial da Presidência da República.
Com as alterações, o presidente chegou a marca de 16 ministros demitidos durante um pouco mais de dois anos de gestão.
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