O novo reajuste, o quinto deste ano, nos preços da gasolina, do óleo diesel e do gás de botijão vendidos nas refinarias anunciado nesta segunda-feira (1º) pela Petrobras já repercute entre a classe de caminhoneiros que já mobilizam uma possível greve.
Ameaças de paralisações já ocorrem com mais frequência desde o início de fevereiro devido ao aumento no valor do combustível. Segundo apurado pela coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, Plínio Dias, presidente do CNTRC (Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas), está orientando os motoristas a pararem o trabalho imediatamente em protesto contra a alta.
Já Ariovaldo Silva Junior, presidente do Sindicato dos caminhoneiros de Ourinhos, São Paulo, publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que “é hora de sair do WhatsApp e agir”. À reportagem, Júnior afirmou que foi contra a paralisação do início de fevereiro por considerá-la mais de caráter político. No entanto, para ele, com a nova alta, a paralisação seria necessária para defender a categoria dos caminhoneiros, que não tem condições de trabalhar com o diesel no preço atual.
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