O cantor Marrone, da dupla com Bruno, está sendo processado pelo seu ex-sócio Eurismar Aparecido Ferreira pelo não pagamento de uma dívida de R$ 750 mil. De acordo com o processo, a dívida surgiu após a sociedade entre os dois ser desfeita. Eles eram sócios da churrascaria Favo de Mel, em Goiânia, Goiás. Os dois fizeram um acordo que ao fim da parceria, o cantor compraria a parte do sócio por este valor. As informações foram publicadas pelo colunista Leo Dias, do Metrópoles, neste sábado (19).
A defesa de Marrone recorreu à Justiça gratuita alegando que o cantor não teria condições de pagar as despesas processuais, porque “em razão da pandemia, a atividade laboral do embargante (Marrone) foi diretamente comprometida, o que consequentemente refletiu em seus rendimentos mensais”. Além disso, os advogados do artista os shows foram cancelados até o fim do ano, “sem qualquer previsão de volta”. A defesa anexou no processo provas que a dupla Bruno e Marrone teve 25 shows cancelados.
Procurada pela reportagem, a advogada de Marrone, Maria Luiza Póva Cruz, afirmou que “não há pedido de assistência judiciária, o que aliás seria de uma grande ingenuidade pleitear o benefício da justiça gratuita para um cantor de renome e sucesso nacional”. Ao ser questionada sobre o pedido no processo, a advogada disse que sempre o faz de maneira alternativa e que na verdade, ele está pedindo o parcelamento dos custos, mas para obter isso é necessário pedir a assistência judiciária gratuita.
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