A perícia realizada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro no corpo do miliciano Adriano da Nóbrega “não divergirá em praticamente nada” do laudo produzido pela Polícia Civil da Bahia, segundo a coluna Radar, da revista Veja.
De acordo com a publicação, a única divergência é em relação a uma fratura nas costelas, que não chegou a ser mencionada no relatório baiano.
O relatório da Polícia Civil do Rio apontou que o corpo do miliciano não apresenta sinais de tortura, segundo a coluna.
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