Atividade do projeto Defesa Civil nas Escolas orientou crianças sobre descarte correto de lixo, alagamentos e riscos hidrológicos durante o evento Aracaju: Cidade da Primeira Infância.
“Não pode jogar lixo no bueiro, tem que colocar na lixeira.” A frase da estudante Pérola Lorena Santos, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) José Souza de Jesus, resumiu um dos principais ensinamentos compartilhados pela Defesa Civil de Aracaju no Parque da Sementeira.
A ação fez parte do evento ‘Aracaju: Cidade da Primeira Infância’ e integrou o projeto Defesa Civil nas Escolas, desenvolvido pelo órgão vinculado à Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seminfra). Por meio do Jogo de Dados e de outros recursos lúdicos, os técnicos orientaram as crianças sobre prevenção e riscos hidrológicos, como os alagamentos.
“Essa é uma ação integrada da gestão municipal com outras secretarias, envolvendo o público infantil. Apresentamos o projeto Defesa Civil nas Escolas, com explicações lúdicas sobre prevenção e os riscos existentes na nossa cidade. As crianças absorvem um novo conhecimento e viram multiplicadoras”, explicou a coordenadora-geral da Defesa Civil de Aracaju, engenheira Valéria Bispo.
Aos 3 anos, Lavínia Júlia de Melo Silva participou das atividades e interagiu com os técnicos. Para a acompanhante, a iniciativa uniu diversão e aprendizado. “É muito bom ela estar se divertindo e aprendendo sobre prevenção. Principalmente porque ela ainda é muito pequena e já está aprendendo coisas que pode levar para a vida toda. É bom para a aprendizagem dela, que também sai um pouco das redes sociais”, comentou.
No espaço, as crianças receberam revistas em quadrinhos e conheceram uma maquete sobre os efeitos do descarte irregular de lixo na rede de drenagem. Com a simulação, puderam observar como o acúmulo de resíduos contribui para alagamentos. “Não podemos mesmo jogar o lixo na rua, porque senão a gente vai ter muito trabalho com as águas que podem invadir nossas casas”, disse Samuel Silva das Virgens, de 7 anos.
O primo dele, Davi Isaque Silva, também de 7 anos, aproveitou para colorir os desenhos e aprender sobre a atuação da Defesa Civil em situações de risco. Ao fim da atividade, ele já sabia qual número deve ser acionado: “Eu vou pedir pra minha mãe ligar para o 199”, afirmou.
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