O proprietário da Precisa Medicamentos, o empresário Francisco Maximiano, também é dono da Rompro, que é acusada de dar um calote de R$ 8 milhões no fundo de Previdência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Rio de Janeiro. As informações foram publicadas pelo Blog do Octavio Guedes, do G1, nesta sexta-feira (9).
De acordo com a publicação, o empresário está sendo processado pela OABPREV-RJ, que fez um requerimento para pedir a apreensão de bens da Rompro e de Maximiano. Com a Global, o empresário é acusado de aplicar um golpe no Ministério da Saúde. Segundo a reportagem, Maximiano teria recebido R$ 20 milhões e não entregou os medicamentos que foram acordados.
A Precisa Medicamentos é uma variante da Global. A empresa está envolvida no escândalo da vacina indiana Covaxin. A empresa intermediou a venda do imunizante mais caro do mercado para o governo federal. Além disso, a outra empresa de Maximiano, a XIS Internet Fibra S.A., foi intermediada pelo senador Flávio Bolsonaro (Patriota), segundo a reportagem. Em outubro do ano passado, o parlamentar intermediou uma reunião por videoconferência entre Maximiano e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano.
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