O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) repassou R$500 mil do fundo público partidário para advogado envolvido no suposto vazamento de informações da Polícia Federal (PF) sobre a família do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), enquanto ainda estava no Partido Social Liberal (PSL). A informação foi divulgada pelo jornal Folha de São Paulo, nesta terça-feira (19).
De acordo com a reportagem, o contrato durou cerca de 13 meses, e notas fiscais das prestações de conta do partido em 2019 apontaram que o advogado foi contratado com o dinheiro do fundo partidário para prestar serviços jurídicos ao diretório do Rio de Janeiro. Ele recebia mensalmente valor de R$40 mil.
Ainda de acordo com a reportagem, o advogado é assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e foi citado pelo empresário Paulo Marinho , como um dos assessores que teriam recebido a informação de um delegado da PF, sobre uma operação envolvendo pessoas do gabinete do senador.
Segundo o jornal, Victor foi advogado da franquia de chocolate de Flávio, suspeita de ser usada para lavagem de dinheiro desviado no esquema de “rachadinhas” feito por Fabrício Queiroz.
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