O primeiro ato da greve dos caminhoneiros foi marcado por pedradas e bala de borracha, em São Paulo, nesta segunda-feira (1º). Os caminhoneiros fizeram um bloqueio em duas pistas da Rodovia Castello Branco. Um grupo fez um bloqueio em busca de conseguir adesão de outros motoristas de caminhão para manifestação contra o governador, João Doria (PSDB).
Ao Uol, um dos líderes do ato, o caminhoneiro Danilo Ferreira, afirmou que o motivo para a greve é o alto preço dos combustíveis e a insatisfação com o governador Doria. “Ninguém está aguentando mais. E é tudo, não só os caminhoneiros, é a população, os alimentos, tudo, então ninguém está aguentando mais. Nós estamos reivindicando nossos direitos”, disse.
Questionado sobre a data para finalizar a greve, Danilo destacou que ainda não se sabe o dia. “Nós não sabemos. Pode ser igual a de 2018, pode estender cinco dias, sete dias. Vai depender do governo”. O líder do ato também informou que a paralisação também está acontecendo em Sorocaba, Maré Alta e outros locais. De acordo com Danilo, carros pequenos, ambulâncias, ônibus e outros veículos podem passar pelo bloqueio, exceto caminhões.
Embora haja alguns locais que já aderiram à greve dos caminhoneiros, as rodovias em Sergipe estão apresentando fluxo normal, sem bloqueios. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal em Sergipe (PRF-SE), o trânsito está organizado em ambas as estradas que cortam o estado.
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