Um integrante da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) protegia uma quadrilha acusada de desviar cerca de R$ 500 milhões em recursos da saúde, segundo investigações do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). A informação foi divulgada pelo colunista Rogério Gentile, nesta quinta-feira (10).
Segundo a coluna, as investigações realizadas pela Operação Raio-X apontam que cerca de 70 pessoas atuavam na quadrilha, especializada em desviar verbas da saúde por meio de contratos milionários com municípios e organizações sociais.
De acordo com o colunista, gravações mostram que Genilson José Duarte Amorim, integrante do PCC, foi contratado pela quadrilha para prestar serviços de segurança aos membros da organização que atuava na área.
“Ele é o elo de conexão entre a presente organização criminosa e o Primeiro Comando da Capital, o PCC, integrando as duas organizações criminosas independentes”, afirmou a Promotoria.
Por fim, durante a Operação Raio X, cerca de 53 pessoas foram presas em cinco estados do país.
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