Após quase mil dias dos assassinatos de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, uma nova pista surgiu sobre o caso que pode levar ao responsável pela clonagem do Chevrolet Cobalt usado no crime. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo, neste domingo (6).
De acordo com o jornal, os investigadores descobriram que Eduardo Almeida Nunes de Siqueira, morador de Muzema, no Rio de Janeiro, clonou um veículo do mesmo modelo, entre janeiro e fevereiro de 2018, mesmo ano em que o caso Marielle aconteceu.
Ainda segundo a publicação, o advogado Bruno Castro, que defende Eduardo Almeida, é o mesmo que atua em defesa do sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa, acusado de executar Marielle e Anderson.
Em depoimento prestado à Delegacia de Homicídio, em 2018, Siqueira já admitiu que clonou uma série de veículos, incluindo um Cobalt na cor prata, semelhante ao carro usado pelos assassinos.
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