A jovem acusada de fraudar cota racial em concurso para agente da Polícia Federal, pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos, da Universidade de Brasília (Cespe-Cebraspe), em 2018, justifica que as fotos foram tiradas pela banca examinadora. As informações foram publicadas pelo site G1, na quinta-feira (17).
De acordo a reportagem, as fotos de Glaucielle da Silva Dias, que circulam na internet como tendo sido feitas para garantir a classificação, são diferentes das postadas por ela atualmente. A Polícia Federal informou para TV Globo que “apura as circunstâncias do caso”. Na última segunda-feira (14), a exoneração de Glaucielle da Silva Dias foi publicada no Diário Oficial da União. Segundo os advogados Rinaldo Mouzalas e Valberto Azevedo, a própria concursada pediu o afastamento.
De acordo com os advogados de Glaucielle, as fotografias que determinaram a cor da candidata, durante a seleção, foram tiradas pelo próprio Cespe. “A banca responsável pelo exame de heteroidentificação era composta por cinco examinadores, todos integrantes de movimentos negros”, aponta a defesa”, diz a defesa,
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