A minirreforma trabalhista, a Medida Provisória (MP) 1045/21, rejeitada pelo Senado, nesta quarta-feira (1º), contou com a presença de dois, dos três representantes de Sergipe na Casa. A MP, criada no ano passado, teve 47 votos contrários e 27 favoráveis.
Como esta de licença particular das atividades parlamentares, a senadora Maria do Carmo (DEM) não compareceu à votação;. Já o líder do Cidadania, Alessandro Vieira, e Rogério Carvalho (PT), se posicionaram contra a proposta que, se aprovada, criaria programas de redução de salários e jornada dos empregados durante a pandemia.
O delegado baseou seu voto por entender que não é juridicamente aceitável e moral fazer a reforma pelo dispositivo de MP. “Projetos devem ser elaborados, ouvindo a sociedade e com impacto real, respeitando o devido processo. É preciso dar um freio de arrumação nos acordos feitos. Não é aceitável colocar uma granada no bolso do trabalhador. Não é esse o caminho. O caminho é corrigir uma política econômica que não está funcionando. Não dá mais para esperar”, disse ele em suas redes sociais.
Por meio das redes sociais, o senador Rogério Carvalho (PT) comemorou a decisão da Casa, e afirmou que se fosse aprovada, a MP traria um retrocesso para o país. “Conseguimos derrotar o Governo na votação da MP 1045/21 e a proposta foi barrada. Se aprovada a MP seria um grande retrocesso para os direitos dos trabalhadores, já penalizados por este desgoverno. Chega de retirar direitos do povo brasileiro”, disse.
Com a rejeição da maioria dos senadores, a MP será arquivada. O texto fazia parte das iniciativas do governo para tentar evitar demissões durante o período da crise sanitária provocada pela covid-19.
Leia mais
Senado rejeita proposta de ‘minirreforma trabalhista’
Siga o AjuNews e entre no nosso grupo de notícias de Aracaju.









