O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, afirmou que o monitoramento de parlamentares feito pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) é um “absurdo”, e que não foi determinado por ele.
De acordo com o colunista, Guilherme Amado, da Época, o ministro fez a afirmação a um deputado da base aliada do governo bolsonaro, Jerônimo Goergen (PP-RS), um dos 162 deputados e senadores cujas redes sociais foram alvo da investigação do Planalto entre fevereiro e abril deste ano.
“Desconheço a existência de empresa contratada para tal no início do ano. (…) A Segov trata da articulação política e tem como objetivo permanente se relacionar respeitosamente e de forma republicana com todos parlamentares. O Sr, em particular, sabe da minha índole, honra e valores!! Posso lhe afiançar que não determinei tal absurdo!!”, escreveu Ramos a Goergen.
Ainda segundo a coluna, Ramos afirmou ao deputado não saber do monitoramento e tratou a reportagem como uma “forma de atacar” o governo Bolsonaro.
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