O Movimento Polícia Unida adiou para janeiro a assembleia geral marcada para esta quinta-feira (16) com o objetivo de pressionar o governo de Sergipe sobre o pagamento do adicional de periculosidade a categorias militares. A decisão aconteceu após reunião de dirigentes do movimento com o secretário de Administração do estado, Manoel Dernival.
“O secretário informou que o governo aguarda a sedimentação da situação fiscal e arrecadatória do Estado, que depende de algumas votações no Congresso Nacional e de modulação de efeitos de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que impactam diretamente nas receitas públicas”.
A partir dessas definições que devem ocorrer ainda este mês ficou decidido que as pautas do funcionalismo público serão apreciadas no início de janeiro com envio de “eventuais projetos de valorização à Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese).
“Diante disso, as lideranças do Movimento Polícia Unida resolvem adiar a assembleia geral para o mês de janeiro, oportunidade em que, caso não tenha havido até lá evolução satisfatória das pautas, será discutida a paralisação das atividades policiais, entre outras medidas paredistas”, diz o grupo.
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